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CRMQ |
Agredida pelo companheiro, ela decide não mais se calar e denuncia a situação. Desamparada pela família e amigos, inicia uma jornada de superação com suporte oferecido pelo Centro de Referência Maria Quitéria (CRMQ). São serviços psicológicos, jurídicos, entre outros, destinados às mulheres que sofreram violência doméstica.
Quase 3 mil delas são ou já foram acompanhadas pelo CRMQ desde 2010 - 36 apenas em fevereiro deste ano. O índice, no entanto, é considerado pequeno em comparação aos casos denunciados, avalia a coordenadora Josailma Ferreira. "Apenas 10 a 15% dos casos são acolhidos pelo nosso serviço; isso por que muitas mulheres não nos procuram".
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Acolhida pela equipe, a assessora Cristiana Brito teve sua vida transformada, para o bem, após denunciar agressões sofridas pelo companheiro. "Se tenho uma autoestima de volta e encorajo pessoas é por conta da ajuda do CRMQ, que me deu coragem e mostrou que sou capaz. Hoje, uma mulher feliz e completa", afirma.
Entre os atendimentos prevalecem mulheres acima de 18 anos. A criação da Secretaria Extraordinária de Políticas para as Mulheres, órgão responsável pelo CRMQ, é um grande passo para fortalecer a rede de apoio à vítimas de violência doméstica.
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"Temos como propósito ressignificar a vida com políticas públicas que a acolham e amparem. Feira já é uma referência no fortalecimento dos vínculos, sendo a primeira cidade no estado a implantar uma secretaria especial para a mulher", afirma Gerusa Sampaio, secretária de Políticas para as Mulheres.
Foto: Wevilly Monteiro

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