Durante o ano, os conselheiros tutelares estiveram presentes nos principais eventos promovidos pelo municípioO Conselho Tutelar de Feira de Santana contabilizou 7.140 atendimentos ao longo do ano de 2025, reforçando sua atuação essencial na garantia e defesa dos direitos de crianças e adolescentes no município. Os números evidenciam o trabalho contínuo e articulado do órgão em ações de proteção, orientação, acompanhamento e encaminhamento de casos de violação de direitos.
Durante o ano, os conselheiros tutelares estiveram presentes nos principais eventos promovidos pelo município, como a Expofeira, a Micareta de Feira, o Natal Encantado e os festejos juninos. Nessas ocasiões, foram desenvolvidas ações preventivas, orientações às famílias e atendimentos diretos, com foco na proteção integral de crianças e adolescentes. Paralelamente, o Conselho manteve sua atuação diária por meio da escuta especializada, acolhimento e encaminhamento adequado de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
Em 2025, a estrutura do Conselho Tutelar também foi fortalecida. No dia 2 de outubro, foi inaugurada a nova sede que concentra os cinco Conselhos Tutelares do município, localizada na Rua Professor Germiniano Costa, nº 212, no bairro Kalilândia. O novo espaço proporciona melhores condições de trabalho aos conselheiros, além de mais conforto, acessibilidade e acolhimento à população atendida.
A secretária municipal de Desenvolvimento Social, Gerusa Sampaio, destacou a importância do investimento na estrutura e no fortalecimento da rede de proteção. “Os mais de sete mil atendimentos realizados em 2025 demonstram o compromisso do município com a defesa dos direitos de crianças e adolescentes. A nova sede e a ampliação dos serviços, como a Escuta Especializada, garantem um atendimento mais humanizado, qualificado e integrado, fortalecendo toda a rede de proteção social”, afirmou.
A nova sede também passou a abrigar a Escuta Especializada de Crianças e Adolescentes, serviço fundamental para o atendimento de vítimas ou testemunhas de violência. A iniciativa assegura um acolhimento humanizado, sigiloso e adequado, em conformidade com as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e da legislação vigente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário