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PREFEITURA DE FEIRA

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Moradores de ruas que alagam nas Baraúnas elogiam obras anunciadas pela Prefeitura

 

A extensa rede de captação e direcionamento das águas para o canal de macrodrenagem foi criteriosamente estudada pela Escola Politécnica da UFBA

As intervenções anunciadas pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho, no Campo Limpo e nas Baraúnas, farão com que os moradores das localidades que sofrem com inundações deixem de temer a chuva, o céu escuro e os trovões. Como todos os sertanejos, passarão a ver as precipitações como bênçãos, e não como castigo divino.

A rede de captação e direcionamento das águas que correm para as partes mais baixas das Baraúnas, por exemplo, é um antigo desejo dos moradores. A notícia de que a obra será licitada em breve foi comemorada pela comunidade.

A extensa rede de captação e direcionamento das águas para o canal de macrodrenagem foi criteriosamente estudada pela Escola Politécnica da UFBA para, definitivamente, ser a solução do problema que há décadas aflige os moradores.

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Grande parte das casas localizadas nas partes mais baixas das Baraúnas tem em comum batentes altos na porta de entrada. As paredes objetivam impedir a entrada de água durante chuvas mais intensas. Entretanto, nem sempre conseguiam segurar as enchentes temporárias, que resultavam em móveis estragados e outros prejuízos.

“Mas confio que esta obra anunciada pelo prefeito José Ronaldo vai mudar esta realidade nossa, que é dura”, comemorou a dona de casa Rose Pessoa, que reside na Rua Costa e Silva e não sabe quantas vezes a sua residência foi invadida pelas águas. “A agonia é grande e a tristeza, depois, é maior. Tudo vai melhorar”.

O problema é vivido com maior intensidade pelos moradores da Rua Petronilo Pinto, onde o nível das águas sobe a mais de um metro quando chove forte. “Vai ser um alívio para todo mundo”, disse José Pedro de Lima, que mora na rua citada e já viveu o drama da inundação da sua casa várias vezes.

A família de Arlene dos Santos, que mora na Rua Costa e Silva, foi além do batente. A intervenção foi para altear as paredes e, consequentemente, elevar o nível do piso em relação à rua. “Foi o jeito que a gente encontrou para preservar móveis e eletrodomésticos da invasão das águas”. Mostrou pés de madeira que guarda para serem usados em caso de necessidade.

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