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FEIRA PELA ALFABETIZAÇÃO

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FEIRA PELA ALFABETIZAÇÃO

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Carlos Germano anuncia que desistiu oficialmente de reeleição à Prefeitura de São Gonçalo dos Campos

 

Carlos Germano

 O atual prefeito de São Gonçalo dos Campos, que fica a cerca de 115 km de Salvador, Carlos Germano (PP), anunciou que desistiu de se reeleger ao cargo, há 15 dias das eleições 2020. Segundo o candidato, a decisão foi pautada no resultado de uma pesquisa, que o deixou 10 pontos atrás de um dos adversários.

Segundo a assessoria de Carlos Germano, a decisão foi tomada na noite da última sexta-feira (30/10). O anúncio foi feito durante uma reunião na casa do gestor, com a presença de candidatos a vereadores e lideranças políticas.
 
Durante a reunião, Carlos Germano também anunciou seu apoio ao médico Tarcísio Pedreira (Solidariedade) e afirmou que a decisão foi pautada em dados de uma pesquisa em que pontuava Tarcísio com 10 pontos a mais que ele.
 
“Estou na política há mais de 20 anos, fui vereador, vice-prefeito e agora prefeito. Estou recuando para evitar que o grupo político, coordenado por um ex-prefeito, adversário e totalmente contrário aos meus princípios, governe a cidade que tanto amo. Meu apoio vai para Tarcísio, para este jovem que demonstra ter vontade de cuidar bem de São Gonçalo”, afirmou Germano.
 
Com a desistência de Carlos Germano, segundo dados da plataforma DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a disputa do cargo de executivo de São Gonçalo dos Campos fica entre Argolinha (Avante) e Tarcísio Pedreira.
 
Informações do G1 

Na Alemanha, cientista baiano trabalha no desenvolvimento de tratamentos para câncer de próstata: 'Área desafiadora'

 

José Carlos

 No mês do "Novembro Azul", campanha de conscientização da saúde do homem, com ênfase no diagnóstico precoce do câncer de próstata, o G1 conta a história de um cientista baiano vem trabalhando na pesquisa e desenvolvimento de substâncias para o tratamento do câncer de próstata, na Alemanha.

O câncer de próstata acomete cerca de 1,2 milhão de homens por ano no mundo. No Brasil, a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) para 2020 é que haja mais de 65 mil novos casos da doença, atingindo cerca de 29% dos homens do país. Segundo o Inca, é o tipo de tumor mais comum em pessoas do sexo masculino no Brasil, seguido de câncer de cólon e reto (20.540 diagnósticos) e traqueia, brônquio e pulmão (17.760).
 
Na Bahia, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia no estado (SBU-BA), são previstos 6.130 novos casos este ano, 1.090 deles só em Salvador.
 
Nascido em Jaguaquara, no sudoeste baiano, José Carlos dos Santos, 40 anos, mora em Heildeberg há cerca de 13 anos. O objetivo da pesquisa dele é tratar a doença sem gerar tantos efeitos colaterais ao paciente.
 
Licenciado em química pela Universidade Estadual do Sudoeste Baiano (Uesb), o cientista tem dois mestrados – em Química Medicinal, pela Universidade de Regensburg, na Alemanha, e em Química Radiofamacêutica e Terapêutica, pela Universidade Clássica de Lisboa, Portugal. José Carlos também é doutor pela Universidade de Heidelberg, também na Alemanha.
O pesquisador José Carlos se apaixonou pelo mundo científico e pelas possibilidades de novas descobertas na área de saúde, com a chance de proporcionar melhorias na vida de muitas pessoas. 
 
“Foi uma área desafiadora. Acabei mudando de percurso, entrando na área de química farmacêutica, biomedicina, talvez. Sempre achei muito desafiadora, e eu gosto de desafios, me fascinam muito”, disse.
 
O sofrimento de pessoas que enfrentam o câncer também influenciou Carlos na escolha da área de pesquisa. “Quem não teve nenhum amigo, familiar que não teve câncer? O fato de ter alguns amigos e familiares que morreram de câncer fez com que eu me interessasse pela área. Hoje é uma doença muito comum, é uma doença do século moderno. É um processo também de envelhecimento, de seleção natural”, afirmou.
 
Foi no mestrado na Alemanha que Carlos começou a trabalhar na área de oncologia, como cientista. Hoje, a pesquisa dele é desenvolvida no Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, um dos institutos mais importantes da Europa.
“Eu percebia que podia colaborar muito na pesquisa. Eu sempre tive o espírito investigador, sou detalhista e achei que esse universo científico me completava. É um trabalho muito nobre. Na área de oncologia, que a gente não tem resposta para muita coisa, eu achei que podia dar o meu conhecimento para fazer alguma coisa”, disse.
 
Carlos trabalha atualmente no desenvolvimento de novas radioterapias que tragam resultados efetivos, mas sem efeitos colaterais tão agressivos.
 
"Elas são radioterapias com um novo conceito, com conceito de teranóstico, tera significa terapia e nóstico diagnóstico. É uma radioterapia com função dupla, que ajuda do diagnóstico e tratamento, tem uma contribuição gigantesca para a medicina nuclear", detalha.
 
A diferença, ele explica, impacta diretamente na qualidade de vida e longevidade do paciente.
“Nós temos uma deficiência muito grande nessa área porque as radioterapias não são específicas e causam efeitos colaterais. Nesse caso, da que eu desenvolvi, como ela é específica para o alvo, não tem tantos efeitos colaterais e oferece para o paciente uma qualidade de vida, uma expectativa de vida maior, mais dias de vida”.
 
O cientista detalha a pesquisa, que durou 5 anos até chegar na fase de testes em pacientes. A principal diferença, segundo Carlos, é que alguns tratamentos usados hoje nas radioterapias e quimioterapias, como não têm um alvo específico, acabam agredindo células saudáveis dos pacientes, deixando-os muito debilitados durante o tratamento, principalmente se for a longo prazo.
 
“A molécula alvo foi PSMA, que é um biomarcador do câncer de próstata. Quanto maior o número de PSMA nas células, maior a agressividade do tumor. A substância que eu desenvolvi se liga diretamente a essa proteína. Essas substâncias diretamente para o alvo aumentam a expectativa e qualidade de vida do paciente”, completa.
 
As substâncias desenvolvidas pelo pesquisador baiano receberam nomes científicos que levam as iniciais do nome dele CA (Carlos). São elas:
CA03
CA012
CA028
Todas já foram testadas, patenteadas e compradas por uma indústria alemã, mas ainda não estão disponíveis nos centros de tratamento.
 
“Foi uma substância chegou a uma fase bem desenvolvida e foi testada em pacientes com excelentes resultados. Em breve vai estar no mercado para todo mundo”, explicou Carlos.
 
Trajetória do pesquisador baiano
De uma família com sete irmãos e pais separados, José Carlos conta que passou por muitas dificuldades na vida, e viu nos estudos a chance de escrever a própria trajetória. Até os seis anos, morou na zona rural de Jaguaquara, cidade na região da caatinga e que, hoje, tem população estimada em 54.673 habitantes.
 
“Venho de uma família muito simples. Tive que trabalhar muito cedo, trabalhei na feira, vendendo farinha, feijão. Comecei com 9 anos. Nós passamos muitas dificuldades. Eu e meu irmão praticamente sustentávamos a família inteira”, disse.
Após os seis anos, Carlos e a família foram morar na cidade. A mãe dele trabalhava como servente e zeladora em uma escola. Quando ele estava com 10 anos, ela precisou voltar para a zona rural e Carlos ficou com os irmãos em Jaguaquara.
 
“Sou um dos mais novos dos sete irmãos. Nós cuidávamos de nós, tivemos que aprender a fazer isso”, lembra.
 
O pesquisador conta que foram as dificuldades que acabaram moldando os sonhos dele, e os estudos sempre foram o caminho que ele considerou o único possível para “voar”.
 
“Foi exatamente nesse momento, panelas vazias, luz cortada, água cortada, isso me instigou muito a estudar. Eu já era referência [na escola], mas isso me impulsionou. Me fez autor. Minhas asas cresceram, essa situação me trouxe isso. Para mim funcionou. Desenvolvi um espirito resiliente”, relata.
 
Carlos destacou que sempre estudou em escolas públicas. Já na antiga 5ª série do fundamental, ele entrou no Instituto Federal Baiano (IFBaiano). Na cidade, que fica a cerca de 30 minutos de Jaguaquara, Carlos se tornou interno do colégio, passava a semana toda na instituição, com direito a dormitório e alimentação, e voltava para casa aos finais de semana.
 
“Eu me alimentava pelos livros. Eu era um aluno com excelentes notas, me destacava. E isso chamava a atenção de muitos professores”.
 
Além de se dedicar muito aos estudos, Carlos contou com o apoio indispensável de professores que marcaram a vida dele.
“Muitos professores me deram muito amor e suporte, participaram muito da minha vida. No IFBaiano principalmente. A escola tem um poder muito grande, os professores são pais. Eu tinha um laço muito grande [com professores], eles tiveram um poder muito grande na minha formação”.
 
"Eu sonhava em ser doutor, na infância, em ser um estudioso, em ser o que sou hoje"
O cientista, que hoje fala, além do português, inglês, espanhol e alemão, destaca o poder transformador da educação.
 
“A educação é o caminho, é a base de tudo, é a única ferramenta que a gente tem de transformar o mundo”.
José Carlos também faz uma crítica ao cenário da educação no Brasil, hoje. “Nossas escolas, hoje, não permitem que muitos ‘Carlos’ consigam avançar. A gente vê que a classe dominante tem feito de tudo para que isso continue. A elite brasileira não acordou”, disse.
 
Mas Carlos acredita que muitos jovens com história de vida parecida com a dele podem e devem se agarrar aos estudos, enxergando a educação como agente de transformação pessoal e também social.
 
“Eu tenho um compromisso social muito grande. Eu ainda acredito que as pessoas ainda consigam sair com educação, mudar, ter visão mais iluminadora, que defenda a vida”.
 
No momento, ele não pensa em voltar a morar no Brasil. Quer avançar mais nas pesquisas que vem desenvolvendo e considera que o país ainda tem muitas limitações na área.
 
“Estou, agora, no ápice, num momento muito interessante da minha carreira. Eu ia me sentir muito frustrado se fosse trabalhar numa instituição de pesquisa no Brasil sabendo das deficiências. Eu tenho essa referência daqui [Alemanha] e dos Estados Unidos, que são referências muito altas. No Brasil, me sentiria algemado, com mãos atadas. Quando conheci os projetos e limitações do projeto de uma amiga [no Brasil] fiquei muito assustado”, revelou.
 
Em um momento em que os “olhos do mundo” estão voltados para ciência, na expectativa de uma vacina ou tratamento para a Covid-19, doença que causou uma pandemia, o pesquisador baiano reforçou a importância de se valorizar a área e seus profissionais.
 
“Não tem paraíso para pesquisador. Acho que o pesquisador ainda não é valorizado. Por isso que o mundo está doente [se refere à Covid-19]. Se as pessoas tivessem valorizado o trabalho do cientista, o mundo não teria parado. Quem desenvolve tudo isso somos nós. A valorização da ciência nunca foi tão pertinente como agora. Os países que mais investiram em ciência estão à frente nessa corrida [pela vacina e tratamento da Covid-19]”, pontuou.
 
Carlos também pretende estimular jovens a buscarem na educação o suporte para uma vida melhor, com ascensão profissional, pessoal e social.
 
“Do meu voo, eu vou levantar outros voos, vou ajudar outros ‘Carlos’ a nascer. Tem tantas crianças, jovens que estão desacreditados. Eu senti a necessidade de sair do laboratório, preciso levantar essa voz pra que outros ‘Carlos’ do interior, da favela, simples, que consigam sentar nesse lugar onde ocupo. O Carlos cientista é muito conhecido”, destaca.
 
Negro, Carlos disse que já sentiu olhares diferentes para ele, dentro e fora do Brasil, por causa da cor da pele. “O mesmo que passo na Alemanha eu senti no Brasil. Em todos ambientes onde estou, estou evidência. Mas tem também tem um reconhecimento muito grande”, disse.
 
Ele conta que, no Brasil, sente que o racismo ainda é muito forte. “Já chego no brasil com olhares. O Brasil é muito preconceituoso. Para mim, é um dos países mais preconceituosos do mundo”, disse.
 
Saudade das origens
Como bom baiano, Carlos ajeitou um jeitinho de driblar a saudade das origens. Com alguns amigos brasileiros, fundou a Associação Brasileira-Alemã, em Heidelberg. Ele um dos diretores da instituição.
 
Ele conta que existe, claro, uma grande diferença climática e cultural onde vive hoje, mas o que ele sentiu de primeira mesmo foram os hábitos alimentares.
 
“Você sente saudade, por exemplo, da comida. É a primeira questão. Lembra do feijão, da farinha. [No Brasil] Eu não comia feijão sem farinha, sem arroz. Quando você chega e se depara com outros hábitos alimentares, seu corpo estranha, mais do que as questões climáticas”, disse.
 
A associação promove encontros, eventos culturais, com gastronomia, música e tudo mais que puder remeter à cultura brasileira.
 
Trabalho social na Bahia
No ano passado, Carlos realizou um sonho e fundou uma instituição filantrópica no sudoeste baiano. O projeto é voltado para cuidados com idosos, e fica na cidade de Apuarema, distante cerca de 56 km de Jaguaquara, e onde a avó do pesquisador morava.
 
“É uma homenagem à minha avó, para que seja um lugar para receber todas essas pessoas simples, que trabalharam tanto, mas que, no final da vida, estão à margem. Inclusão e resgate”, detalhou Carlos.
 
O Centro Geriátrico de Apuerema é coordenado por Carlos, à distância, e presencialmente pela irmã dele, Josimeire dos Santos, que é enfermeira e especialista em gerontologia. O atendimento para maioria é gratuito, alguns idosos colaboram com ajuda financeira.
 
O objetivo é cuidar dos idosos com muito afeto, possibilitando a eles uma vida mais feliz e saudável.
 
“Nós temos, agora, 12 idosos. É projeto social, não temos intenção de ganhar dinheiro. Aceitamos pessoas de baixa renda. Todos são idosos que viviam em situações difíceis, foram abandonados, não têm filhos, ou estavam sofrendo. A gente recebe essas pessoas. É de uma nobreza”, disse Carlos.
 
A instituição está em busca de voluntários de todas as áreas, não só as de saúde, e também aceita doações. “A gente espera que outras instituições ajudem. Muitos idosos ainda não são aposentados, 'sou o pai deles'. Quero que a instituição cresça, quero receber mais idosos. É um lar muito bonito”, destacou Carlos.
 
Quem tiver interesse em conhecer o projeto, ser voluntário ou ajudar, pode entrar em contato através do telefone (73) 9 8182-7014.
 
Informações Do G1 

domingo, 1 de novembro de 2020

SMS de Feira de Santana registra neste domingo (01/11) mais 41 casos positivos de Covid-19

 

SMS

 Nenhum óbito por Covid-19 foi registrado em Feira de Santana nos últimos quatro dias. O município manteve a marca de 11.279 curados da doença desde o início da pandemia, índice que representa 93% dos casos confirmados. Enquanto isso, 141 pessoas que aguardavam resultado do exame testaram negativo e 41 novos casos de Coronavírus foram positivos.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 34 pacientes internados no município e 685 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde neste domingo (01/11).
 
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana 
NÚMEROS DESTE DOMINGO
01 de novembro de 2020
Casos confirmados no dia: 41
Pacientes recuperados no dia: 0
Resultados negativos no dia: 141
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 0
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
 
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 685
Total de casos confirmados no município: 12.209 (Período de 06 de março a 01 de novembro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 651
Total de pacientes hospitalizados no município: 34
Total de recuperados no município: 11.279 
Total de exames negativos: 13.817 (Período de 06 de março a 01 de novembro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 241
Total de óbitos: 245
 
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 17.027 (Período de 06 de março a 30 de outubro de 2020)
Resultado positivo: 3.055 (Período de 06 de março a 30 de outubro de 2020)
Em isolamento domiciliar: 16
Resultado negativo: 13.972 (Período de 06 de março a 30 de outubro de 2020)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Bahia tem 886 novos casos de Covid-19 nas últimas 24h; nº total passa de 354 mil com 7.645 mortes

 

Caso de Covid

 A Bahia registrou 886 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo boletim divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), na tarde deste domingo (01/11).

De acordo com a pasta, nas últimas 24 horas, a taxa de crescimento no número de casos foi de +0,3% e de recuperados +0,3% (1.031). O boletim epidemiológico ainda contabiliza 23 óbitos que ocorreram em datas diferentes. O número total de mortes desde o início da pandemia é 7.645, o que representa uma letalidade de 2,16%.
 
Segundo a Sesab, são 354.043 casos confirmados desde o início da pandemia. Desses, 339.926 já são considerados curados e 6.472 encontram-se ativos.
 
A secretaria informou que entre as mortes, 56,05% ocorreram no sexo masculino e 43,95% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,35% corresponderam a parda, seguidos por branca com 17,92%, preta com 15,02%, amarela com 0,75%, indígena com 0,10% e não há informação em 11,86% dos óbitos.
O percentual de casos com comorbidade foi de 71,88%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (74,63%).
 
Outros dados
Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (26,02%).
 
Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (8.620,69), Almadina (6.606,88), Itabuna (6.551,83), Madre de Deus (6.457,12), Aiquara (6.185,34)).
 
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 724.062 casos descartados e 82.696 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste domingo (01/11).
 
Na Bahia, 29.010 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Ocupação dos leitos
Dos 2008 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS), exclusivos para atender pacientes com o novo coronavírus na Bahia, 892 estão com pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 44%. Dos 863 leitos de UTI (adulto) disponíveis no estado, 466 estão ocupados, o que corresponde a 54%.
Em Salvador, de acordo com a Sesab, dos 875 leitos ativos, 437 estão ocupados, o que corresponde a uma taxa de ocupação geral de 50%. Os leitos de UTI adulto, estão com 50% de ocupação. Já o de UTI pediátrica, 44% de ocupação.
 
Com relação aos leitos de enfermaria, a capital baiana tem taxa de ocupação de 49% (adulto) e 70% (pediátrico).

Ator Tom Veiga, intérprete do Louro José, do 'Mais Você', morre aos 46 anos

 

Ator Tom Veiga

 O ator Tom Veiga, intérprete do Louro José no programa "Mais Você", apresentado por Ana Maria Braga na TV Globo, foi encontrado morto em sua casa na Barra da Tijuca, no Rio, neste domingo (1º). Ele tinha 46 anos.

Até a última atualização desta reportagem, a causa da morte não havia sido divulgada. Veiga trabalhou no "Mais Você" por mais de 20 anos interpretando o boneco, que ficou conhecido pelas tiradas de humor.
 
“O Louro José é encrenqueiro, rabugento, chavequeiro, galanteador, mas é muito divertido, inteligente. Às vezes, quando eu revejo um programa, eu me pego dando risada. Eu dou risada com o Louro. O legal na personalidade dele é que cresceu, mas continua uma grande criança", disse Veiga em depoimento ao site Memória Globo.
O papagaio foi idealizado por Ana Maria Braga em 1996, informa o Memória Globo. Na época, ela apresentava o programa "Note e Anote", na Record, que entrava no ar após a programação infantil. Por esse motivo, ela teve a ideia de fazer um personagem que chamasse a atenção das crianças.
 
“Precisava ser um bicho que falasse, que interagisse comigo, mas não podia ser cachorro, porque cachorro não fala, passarinho não fala. E, por eliminação, decidimos pelo papagaio. Eu tenho um em casa chamado Louro José. Ele fala e assobia o hino nacional", lembrou ela no depoimento.
"E eu disse: 'Vamos pôr o Louro'. Fiz um primeiro rascunho do desenho e pedi para uma pessoa que desenvolvia bonecos fazê-lo. Ele nasceu todo mambembe. Depois a gente foi ajeitando, mudando a espuma, até que ele virou global – aí ficou um astro, lindo. É um filho mesmo."
 
Diversas pessoas foram testadas para manipular o papagaio, que mistura elementos de fantoche com controle remoto – mas quem ficou com o papel desde o começo foi Tom Veiga. Na época, ele trabalhava como assistente de estúdio do "Note e Anote". Certa vez, no entanto, pegou o fantoche para brincar com os colegas. Foi quando Ana Maria o viu e convidou para interpretar o Louro ao vivo no dia seguinte.
 
"Eu estava brincando com o boneco na produção, tirando sarro do pessoal que trabalhava com a gente, e ela [Ana Maria Braga] viu e gostou. Ela falou: 'Amanhã você entra no ar como Louro José, tá?", afirmou Veiga em um documentário feito em 2014 pelo Memória Globo.
Um dos grandes sucessos do programa naquela época era um quadro de Pegadinhas no qual Ana Maria e Louro José faziam disputa de piadas. Bem-humorado, o papagaio mostrava tiradas engraçadas.
 
Ele também já teve sua história contada no "Mais Você". Quando comemorou 18 anos de vida, ganhou um Arquivo Confidencial. Com um grande apelo entre as crianças, o papagaio também ganhou versões em brinquedo.
 
Em março de 2017, Ana Maria fez uma homenagem ao personagem no aniversário dele:
 
"Meu papagaio mais amado, meu filho. Obrigada pela companhia, parceria, lealdade. A gente nunca discutiu, nunca brigou, a gente nunca ficou sem se falar por nenhuma razão. É uma das relações mais fantásticas da minha vida. Ele é irmão do meu papagaio que está lá na fazenda, que também é Louro José. É meu filho de penas".
 
Informações do G1 

Quatro homens são mortos após confronto com a polícia em Feira de Santana

 

Armas e celulares

 Quatro homens foram mortos após confronto com a polícia em Feira de Santana, a 100 quilômetros de Salvador, no sábado (31). Segundo informações divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), neste domingo (01/11), os homens foram reconhecidos ao menos por nove pessoas como assaltantes.

Guarnições da 66ª CIPM, Rondesp Leste e Cipe Litoral Norte faziam ações preventivas quando receberam uma denúncia de homens armados, roubando pedestres, no bairro Campo do Gado Novo.
 
Chegando na Rua Heráclito Dias de Carvalho, um carro com quatro homens foi avistado. Na aproximação, o quarteto abandonou o veículo e atirou contras as guarnições.
 
Os criminosos acabaram feridos, após confronto, foram socorridos para o Hospital Geral Clériston Andrade, mas não resistiram. Com eles foram apreendidos quatro revólveres calibres 38 e 32, munições, R$ 1,4 mil, 20 celulares, 12 bolsas, uma mochila e um relógio.
 
Pelo menos nove pessoas reconheceram o quarteto, através de fotos, na Central de Flagrantes de Sobradinho, em Feira de Santana, onde foi realizado o registro. Após comprovações, os bens foram devolvidos aos seus respectivos donos.
 
Informações do G1 

Prefeitura não funciona segunda-feira, 2, feriado de Finados

 

Prefeitura de Feira

 Os setores administrativos da Prefeitura de Feira de Santana não funcionarão nesta segunda-feira, 2 de novembro, feriado nacional do Dia de Finados.

O atendimento aos cidadãos, que foi encerrado no final da tarde de sexta-feira, 30, será retomado na manhã da próxima terça-feira, 3.
 
Funcionarão os setores que prestam serviços essenciais, como as policlínicas – localizadas na sede e nos distritos de Maria Quitéria e Humildes, mais o Hospital da Mulher.
Também funcionarão as UPAs 24h (Unidade de Pronto Atendimento), que ficam nos bairros Queimadinha e Mangabeira, mais os agentes de trânsito da SMT (Superintendência Municipal de Trânsito).