Aferiram suas pressões arteriais, mediram os níveis de açúcar no sangue, ouviram orientações, aprenderam como se faz o autoexame de mama e, aquelas que precisaram, foram consultadas por uma clínica geral.
A dona de casa Maria Darci dos Santos, que reside no povoado de Pé de Serra, distrito de Maria Quitéria, fez o autoexame nas mamas. “Sempre faço porque acho uma importante iniciativa no sentido de ver se existe a formação da doença no nosso organismo”.
Outras sabiam quem existe a técnica, mas nunca a tinham experimentado, como dona Celina França da Cruz, que mora no Jardim Cruzeiro. “Não apenas aprendi a importância do exame, mas como fazer. Não vou mais deixar de fazer”.
“As mulheres se preocupam com a saúde, sim”, disse a vendedora de frutas Marta Nunes da Silva. Ela disse que periodicamente se submete a exames preventivos. “A gente não pode evitar, mas pode descobrir cedo, se tratar e se curar”, comenta ela, que se recusa a falar a palavra câncer – se refere “aquela doença”.
Para a presidente da FHFS, Gilberte Lucas, levar atendimento à saúde da mulher para locais fora das unidades de saúde é importante. “Muitas vezes estas pessoas argumentam que não tem tempo para ir a uma unidade de saúde. Estas justificativas perdem essência quando levamos estes serviços para bem perto delas”.
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